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	<title>Blog da Novacia</title>
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	<description>Blog da NOVACIA</description>
	<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 14:46:10 +0000</pubDate>
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		<title>Por que a crise financeira global não &#8220;pega&#8221; no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 14:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Betti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cérebro]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

 
Calma! Antes de você se irritar com um título tão contrário ao que se lê e se ouve todos os dias desde, pelo menos, o último trimestre de 2008, peço um pouco de paciência para acompanhar meu raciocínio até o fim.  
Então, para início de conversa, vamos a alguns fatos que se tornam curiosos, até mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.novacia.com.br/blog/wp-content/uploads/crise4.bmp"><img class="alignleft size-medium wp-image-1152" title="crise4" src="http://www.novacia.com.br/blog/wp-content/uploads/crise4.bmp" alt="" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Calma! Antes de você se irritar com um título tão contrário ao que se lê e se ouve todos os dias desde, pelo menos, o último trimestre de 2008, peço um pouco de paciência para acompanhar meu raciocínio até o fim. </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Então, para início de conversa, vamos a alguns fatos que se tornam curiosos, até mesmo surreais, frente a tantas notícias ruins.<a href="http://www.novacia.com.br/blog/wp-content/uploads/crise.bmp"></a><span id="more-1147"></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Coca-Cola anuncia que investirá R$ 1,7 bilhão no Brasil em 2008, 17% a mais do que em 2008.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Wal-Mart injetará R$ 450 milhões em investimentos no Brasil até o final do ano, para a abertura de 30 novas lojas na região nordeste, apostando na bandeira &#8220;Todo Dia&#8221;, dirigida às classes C e D.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">As agências de publicidade, que costumam ser muito sensíveis a crises econômicas, fecharam um primeiro trimestre acima de qualquer expectativa, com crescimentos que chegam a 50%, caso da Loducca, e 54%, conforme declarado pela NovaS/B ao jornal Propaganda &amp; Marketing.</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Se olharmos a indústria automobilística, aí então nos sentimos totalmente na contramão. Primeiro, foi a Mitsubishi, que anunciou a transferência de parte de sua produção para o Brasil, transformando o país em uma base de exportação para toda a América Latina - com o fortalecimento do iene, ficou muito mais barato produzir aqui. A Audi brasileira também já anunciou o aporte de R$ 100 milhões de investimentos até 2011. E tudo isso aconteceu em meio a novo recorde de vendas atingido pelo setor no primeiro trimestre deste ano.</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">No entanto, ao invés de comemorar as notícias positivas, o que se vê são comentários &#8220;cautelosos&#8221; sobre a situação &#8220;artificial&#8221; criada pelo governo com a redução temporária do IPI - &#8220;uma baixa provisória que acaba criando uma bolha de consumo difícil de saber se vai se sustentar&#8221;, conforme declarou uma fonte ligada ao setor da construção civil que não quis se identificar. Essa mesma opinião é compartilhada por um amigo que trabalha na área de Marketing de uma grande multinacional de auto-peças.</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Eu, no entanto, prefiro acreditar que a redução, mesmo que temporária, foi uma medida do governo que, por enquanto, está dando certo. Na verdade, ninguém sabe a extensão da crise e, portanto, quanto tempo ela irá durar, o que significa que medidas &#8220;provisórias&#8221; como a redução do IPI, mesmo que produzam efeitos temporários, nos ajudam a caminhar enquanto a crise não arrefece.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-size: small;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;">Profecia auto-realizável<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>- </span></strong><span style="font-family: Arial;">&#8220;Empresas brasileiras demitem por precaução, não por necessidade&#8221;. Esta é a conclusão de um estudo conduzido em março pelo IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - que, estranhamente, não recebeu muita atenção pela grande maioria da Imprensa. Segundo o órgão, o ritmo acentuado dos cortes de emprego no Brasil resulta de um fenômeno que os economistas chamam de &#8220;profecia auto-realizável&#8221;: esperando um futuro adverso, empresas e trabalhadores reduzem seus gastos no presente, e o resultado acaba sendo, de fato, um futuro adverso. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">E a triste constatação é que nós, comunicadores organizacionais, temos uma responsabilidade enorme na disseminação de profecias auto-realizáveis. Se não começarmos a questionar os discursos que ouvimos dentro e fora de nossas organizações, adotando uma postura de distanciamento e ceticismo saudáveis, ao invés de ajudar a entender a crise, vamos, isto sim, contribuir para intensificá-la. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A UOL chegou a colocar em seu portal em 15 de abril uma chamada para &#8220;o dia de um desempregado&#8221;, com a história registrada em fotos e narração do próprio personagem. Seria um caso de simples mau-gosto? &#8220;A tendência da mídia é exagerar, apelando para catástrofes, armagedons, o diabo&#8221;, escreveu Carlos Heitor Cony em sua coluna na Folha de S. Paulo.</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A impressão que fica é que se esperam medidas mais consistentes e duradouras por parte do governo - algo como um milagre que nos exclua de vez desse atoleiro global. No entanto, como desenvolver um plano de longo prazo para enfrentar uma crise que, como um câncer de alto grau de malignidade, se modifica constantemente?</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">E aí, finalmente, chegamos à resposta a nossa pergunta: a crise não &#8220;pega&#8221; no Brasil justamente porque estamos acostumados com crises e, especialmente, acostumados a viver no curto prazo. Não nos assustam medidas editadas à noite, promulgadas na manhã seguinte e modificadas à tarde. O improviso e o imediatismo, que sempre correram contra nós, contra nossa estabilidade a longo prazo, agora nos ajudam a enfrentar uma crise que precisa ser tratada pontualmente e com remédios sintomáticos. </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;">Flexibilidade à brasileira</span></strong><span style="font-family: Arial;"> - O epicentro da crise financeira, como todos sabem, está muito longe do Brasil, e o máximo que podemos fazer com relação a isso, por mais paradoxal que pareça, é emprestar uns trocados para o FMI ajudar as economias mais destroçadas e aplicar medidas locais que combatam não as causas, mas os efeitos da crise sobre nós.</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Assim, fica fácil entender a redução temporária do IPI, como também fica fácil entender a oferta-relâmpago de crédito barato para as revendas de veículos recomporem seus fluxos de caixa. Fica até fácil entender a intervenção do governo no Banco do Brasil para forçar a baixa dos spreads bancários e, assim, ampliar a oferta de crédito no mercado. Estão queimando nossas reservas, gritam os urubus de plantão. E eu pergunto: para que servem reservas se não puderem ser utilizadas?</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Não há dúvida de que todas essas medidas são imediatistas e com impacto apenas no curto prazo. E ninguém espere que, nesse momento, o governo vá colocar qualquer esforço em reformas estruturais, mesmo que todos concordemos que elas sejam necessárias à nossa competitividade no longo prazo. O fato é que qualquer reforma leva muito tempo para ser construída, o que pode não ser um caminho inteligente para lidar com uma crise de tamanha volatilidade. </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O que o governo Lula vem sinalizando é que continuará com medidas de curto prazo, editadas conforme novos sintomas da crise se apresentem, apostando que nosso improviso histórico se apresente como um valor cobiçado pelo mundo, a flexibilidade. &#8220;Lula é o cara&#8221;, falou Obama. Não se sabe, ainda, se o presidente norte-americano se referia ao lado &#8220;entertainment&#8221; de nosso popular presidente ou se, de fato, reconhecia nele o representante de um país dissonante com o xororô<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>vigente no resto do mundo.</span></span></p>
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		<title>A crise e o mercado de comunicação</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 19:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Teca Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A crise econômica tem sido o principal cenário dos noticiários nos últimos meses. Vários setores da economia se preparam ao mudar suas estratégias. O mercado da comunicação não é diferente, afinal, quem é do ramo já sabe: o reforço ou não da comunicação nas empresas depende do perfil de cada uma delas. E o impacto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.novacia.com.br/blog/wp-content/uploads/prancheta.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1142" style="margin: 3px;" title="prancheta" src="http://www.novacia.com.br/blog/wp-content/uploads/prancheta-155x300.jpg" alt="" width="155" height="300" /></a>A crise econômica tem sido o principal cenário dos noticiários nos últimos meses. Vários setores da economia se preparam ao mudar suas estratégias. O mercado da comunicação não é diferente, afinal, quem é do ramo já sabe: o reforço ou não da comunicação nas empresas depende do perfil de cada uma delas. E o impacto nos negócios das agências é logo diagnosticado.</p>
<p>A Abracom - Associação Brasileira das Agências de Comunicação - acaba de divulgar a primeira rodada da sondagem sobre esse impacto no nosso mercado. Na primeira fase, foram ouvidas 73 empresas de comunicação localizadas nas principais capitais do País, classificadas por faixas de A, com faturamento até 500 mil, a D, que batem a marca de 3 milhões a 5 milhões anualmente. Destas, 53% afirmaram que os negócios sofreram impactos com a crise. No entanto, 74% disseram não ter havido negociação dos <em>fees</em> mensais de seus trabalhos.<span id="more-1141"></span></p>
<p>Isso não significa que os negócios cresceram, pois 58% das agências entrevistadas tiveram os seus projetos suspensos ou adiados. Mas não há desanimo, 78% continuam apostando na prospecção e participando de concorrências para novos negócios. E o que é mais interessante: em 87% das agências que participaram da pesquisa, nenhum contrato de longo prazo foi substituído por projetos de curta duração.</p>
<p>As expectativas para 2009 nas agências de comunicação são distintas. 63%, a maioria, acredita que a crise financeira afetará os negócios. Só 7% pensa diferente; enquanto 29% diz que os resultados dependerão da evolução da crise. A boa notícia para quem atua no mercado é que 80% das empresas de comunicação decidiram apostar em novos produtos e serviços para repor eventuais perdas no faturamento e reprogramar custos fixos para driblar a crise. Além disso, quase metade optaram por manter o quadro de funcionários, nesse momento.</p>
<p>A segunda rodada de sondagem feita pela Associação já está fechada. Em breve, os resultados trarão um novo espelho do impacto da crise no mercado da comunicação.  Fique atento. Mais informações: <a href="http://www.abracom.org.br/">www.abracom.org.br</a></p>
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		<title>A pré-história do banheiro</title>
		<link>http://www.novacia.com.br/blog/2009/02/a-pre-historia-do-banheiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 22:05:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Visão]]></category>

		<category><![CDATA[crônica]]></category>

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por Aurélio de Oliveira
A melhor ocasião para se ir ao banheiro é quando se está com vontade! Sempre foi assim&#8230; desde os tempos em que o banheiro era qualquer lugar escondido na imensa floresta que os ancestrais do Homem podiam enxergar de dentro da caverna. Portanto, a vontade de ir ao banheiro é bem mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.science.psu.edu/alert/images/Schuster7Lrg.jpg" alt="" width="503" height="412" /></p>
<p><strong><em>por Aurélio de Oliveira</em></strong></p>
<p>A melhor ocasião para se ir ao banheiro é quando se está com vontade! Sempre foi assim&#8230; desde os tempos em que o banheiro era qualquer lugar escondido na imensa floresta que os ancestrais do Homem podiam enxergar de dentro da caverna. Portanto, a vontade de ir ao banheiro é bem mais antiga que a invenção do próprio. Talvez a necessidade de se inventar um lugar privado para as necessidades mais prementes tenha nascido exatamente nesse tempo, num dia em que, fora da caverna, estava um frio de rachar!</p>
<p><span id="more-1136"></span>Eu imagino o senhor Buga Uga, depois de comer sozinho uma coxa assada de mamute, começar a sentir ligeiras contrações intestinais. Mesmo tendo um cérebro primitivo, ele sabe que aquelas pontadas agudas na barriga é um sinal inequívoco de que se ele não correr, vai dar cáca ali mesmo&#8230; em cima do que restou da coxa do mamute e de quem estiver por perto! Então ele corre&#8230; mas ao chegar na porta da caverna uma lufada gelada de chuva e neve faz ele parar! Com as mãos ainda peludas apertando a barriga ele arrisca uma exclamação:</p>
<p>- Ugalabuga! (Danou-se!)</p>
<p>Com os olhos injetados de aflição ele volta para dentro e olha para o resto da tribo que já está de pé cada um com uma clava na mão. Há um murmúrio ameaçador ressoando pelas altas paredes da caverna:</p>
<p>- Trigalá cacá! Trigalá cacá! (Se fizer aqui, a gente desce o porrete!)</p>
<p>O senhor Buga Uga, então, corre para o canto mais fundo da caverna. Atrás de uma grande pedra e longe do grupo e da fogueira, ele arranca fora a pele de urso que lhe cobre a primitiva área de lazer e agacha-se. O som imitando um desesperado barrido de mamute ecoando dentro de um balde d’água ecoa em toda a caverna, provocando risos na turma que ficou em volta da fogueira. Abaixado e com ambas as mãos apoiadas no joelho, o senhor Buga Uga olha em volta e, com um sorrisinho meio besta, ele sente uma espécie de vergonha inaugural. Mesmo sem entender direito, ele percebe um mágico e revelador momento&#8230; estavam inventadas duas coisas que mudariam os rumos da humanidade dali pra frente: o banheiro e a constrangedora sonoplastia sanitária. Uma força estranha leva-o ao desejo de registrar aquele momento. Então ele pega um pedaço de pedra lascada e com ela faz inscrições rupestres na grande pedra que o mantém na privacidade. Mais uma descoberta: a literatura de parede de banheiro! Aos olhos de um leigo as inscrições pareceriam incompreensíveis, mas um arqueólogo experimentado veria um significado bem maior naqueles desenhos simples e de formato pedagógico.</p>
<p>De repente, o senhor Buga Uga escuta um vozerio vindo do outro lado da grande pedra:</p>
<p>- Ugaladá! Ugaladá! (Eu também! Eu também!)</p>
<p>Ainda agachadinho, mas quase que completamente aliviado de suas aflições intestinais, o senhor Buga Uga interrompe sua arte rupestre e grita:</p>
<p>- Jagaladá! (Tem gente!)</p>
<p>Pronto&#8230; mais uma descoberta: a fila do banheiro!</p>
<p>O resto é história&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Palavrexpress&#8230;</title>
		<link>http://www.novacia.com.br/blog/2009/02/palavrexpress/</link>
		<comments>http://www.novacia.com.br/blog/2009/02/palavrexpress/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 17:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Visão]]></category>

		<category><![CDATA[crônica]]></category>

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		<description><![CDATA[
por Aurélio de Oliveira
Como profissional do texto, gosto de observar palavras e expressões e brincar com elas, descobrir suas origens, numa espécie de exercício de criatividade e raciocínio. Por exemplo, aquela antiga expressão usada pelos amigos do ócio: Quero que o mundo acabe em barrancos para eu morrer encostado! Fantástica essa frase pra gente brincar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.informenews.com/webapp/images/profissoes/palavras1.jpg" alt="" width="392" height="294" /></p>
<p><em><strong>por Aurélio de Oliveira</strong></em></p>
<p>Como profissional do texto, gosto de observar palavras e expressões e brincar com elas, descobrir suas origens, numa espécie de exercício de criatividade e raciocínio. Por exemplo, aquela antiga expressão usada pelos amigos do ócio: Quero que o mundo acabe em barrancos para eu morrer encostado! Fantástica essa frase pra gente brincar com ela. Veja: Quero que o mundo acabe em barracos&#8230; a ser usada pelos sem-tetos; ou Quero que o mundo acabe em Barretos&#8230; usada por aqueles que detestam rodeios e assim por diante. Meu pai, o velho Gabriel, sempre foi um mestre em lembrar dessas frases! Ele sempre vem com esta: Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura! Essa é legal também&#8230; eu deixaria ela assim: Anágua mole em perna dura, tanto esfrega até que fura! Meio fraquinha, reconheço&#8230; até mesmo essa conotação pornográfica não pegou bem. Além do que nem todo mundo sabe o que é uma anágua! Alguém sabe o que é uma anágua? Parece nome de um molusco do mar. Mas não é! Anágua significa&#8230; saia de baixo! Não! Por favor, não pense que se trata de uma ordem para alguém sair de baixo de alguma coisa! Eu me referia à saia, uma roupa curta usada debaixo do vestido, uma espécie de combinação&#8230; feita entre as mocinhas de antigamente e seus afoitos namorados. Elas deixavam claro para esses rapazes que eles teriam algum trabalho até atingir o objetivo final&#8230; que vinha depois da combinação e nunca antes do que se havia combinado. Mas voltando à vaca fria&#8230;  ei! Alguém aí sabe o que quer dizer isso? Voltar à vaca fria?</p>
<p><span id="more-1126"></span>A princípio eu achava que se tratava da história daqueles dois touros que, no pasto, eram cheios de lábia e conquistavam tudo quanto era vaca. Nenhuma resistia à conversa daqueles dois! Apenas uma, holandesa, era tão carnuda e gostosa quanto indiferente&#8230; não dava colher de chá para aqueles touros, nem se deixava seduzir. Mas eles sempre tentavam com aquela conversa pra boi dormir&#8230; (essa é boa também!) Depois de passar a lábia em todas as vacas do pasto, um dos touros sempre dizia: Bem&#8230; vamos voltar à vaca fria!</p>
<p>Eu sempre contei essa história com ares de entendor&#8230; até que fui desmascarado pelo livro da editora Campus/Elsevier A Casa Da Mãe Joana escrito pelo professor e ator Reinaldo Pimenta que me deu a seguinte explicação: no século XV, na França, fez sucesso uma peça de teatro que contava a história de um carinha que tinha roubado uns carneiros e estava sendo julgado. O advogado do ladrão, durante o julgamento, ficou enrolando o jurado e o juiz com um palavrório sem fim que não não tinha nada que ver com o caso. Já com o saco cheio, o juiz interrompeu o advogado dizendo: Por favor excelência, voltemos aos carneiros! Essa expressão ficou muito popular na França que acabou significando&#8230; Vamos voltar ao assunto! Mas quando chegou em Portugal, o que era carneiro virou vaca&#8230; porque os portugueses costumavam comer carne de vaca antes da refeição principal e a carne era fria! Pronto! Assim nasceu a expressão Voltar à vaca fria! Sei não&#8230; achei a minha explicação mais legalzinha&#8230;</p>
<p>Por falar em criar expressões, tenho um amigo que não vejo há muito tempo&#8230; Odair Batista, locutor veterano de rádio, dublador, uma voz excelente&#8230; ele foi um dos criadores do famoso programa humorístico Rádio Camanducaia, que a gente ouvia, se me lembro, na rádio Jovem Pan. Meu amigo Chico Rodrigues do Estúdio Bandeirantes me contou certa vez que o Odair, enquanto esperava por uma gravação qualquer, ficava sentado na recepção do Bandeirantes onde, na parede, havia um grande mapa do Estado de São Paulo. O Odair ficava lendo os nomes das cidades e criando nomes de emissoras. Então saía coisas do tipo&#8230; Rádio Sanduíche de Bauru ou então Rádio Petit di Poá&#8230; realmente muito engraçado&#8230; dá até pra fazer algumas: Rádio Modess de Varginha&#8230; Rádio Pêssego de Caldas&#8230; grande Odair Batista!</p>
<p>Ainda sobre nomes de cidades, eu me lembro do meu pai dizer que tinha conhecido uma moça de Dois Córregos que namorava um carinha de Ponta Grossa&#8230; coisas do velho Gabriel!</p>
<p>Esse assunto é legal e, oportunamente, prometo voltar à vaca fria&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vídeos  ensinam a maquiar e reforçam a marca</title>
		<link>http://www.novacia.com.br/blog/2009/02/videos-ensinam-a-maquiar-e-reforcam-a-marca/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 20:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Teca Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Visão]]></category>

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		<description><![CDATA[A Novacia produziu cinco vídeos para a Avon, veiculados no site da revista Gloss, com dicas de maquiagem para posicionar a marca Color Trend. Para isso, o maquiador Kaka Moraes apresenta dicas com a atriz Isis Valverde. Além da auto-maquiagem orientada para a atriz, Kaka mostrou toda sua expertise para que as mulheres possam fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Novacia produziu cinco vídeos para a Avon, veiculados no site da revista Gloss, com dicas de maquiagem para posicionar a marca Color Trend. Para isso, o maquiador Kaka Moraes apresenta dicas com a atriz Isis Valverde. Além da auto-maquiagem orientada para a atriz, Kaka mostrou toda sua expertise para que as mulheres possam fazer da maquiagem um importante cartão de visitas. Confira um dos vídeos abaixo e os outros <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9nRqia9Akek" target="_blank">aqui</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=zWQUKlExaxA" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=NIwe3JxGO7k" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><!-- Smart Youtube --><span class="youtube"><object type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" data="http://www.youtube.com/v/Vuwb3OVjU-g&amp;rel=1&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=&amp;fs=1&amp;autoplay="><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Vuwb3OVjU-g&amp;rel=1&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=&amp;fs=1&amp;autoplay="></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="wmode" value="transparent" /></object></span></p>
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		<title>Empreendedorismo gratuito</title>
		<link>http://www.novacia.com.br/blog/2009/02/empreendedorismo-gratuito/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 20:37:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Audição]]></category>

		<category><![CDATA[Fala]]></category>

		<category><![CDATA[Visão]]></category>

		<category><![CDATA[comunicação]]></category>

		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ao longo do ano aparecem milhões de palestras e congressos que fazem nossos olhos brilharem com a programação recheada de astros do empreendedorismo, comunicação e inovação. Na mesma medida, acompanhar estas aulas-show faz nossos bolsos esvaziarem rapidamente.
Então pra você não ficar de fora a Endeavor - uma organização sem fins lucrativos cujo objetivo é promover [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.nfactory.org/wp-content/uploads/2008/04/business_silhouettes.jpg" alt="" width="470" height="221" /></p>
<p>Ao longo do ano aparecem milhões de palestras e congressos que fazem nossos olhos brilharem com a programação recheada de astros do empreendedorismo, comunicação e inovação. Na mesma medida, acompanhar estas aulas-show faz nossos bolsos esvaziarem rapidamente.</p>
<p>Então pra você não ficar de fora a Endeavor - uma organização sem fins lucrativos cujo objetivo é promover o empreendedorismo - disponibiliza gratuitamente este conteúdo para assistir no computador. Basta acessar o <a title="endeavor" href="http://endeavor.isat.com.br/" target="_blank">site</a>, se cadastrar e aproveitar os conteúdos sobre: gente, finanças, marketing e vendas, jurídico, operações, mercados, motivacional, inovação, estratégia, cases e apoio ao empreendedor.</p>
<p>Compartilhe!</p>
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		<title>Tenham Paciência, Mulheres!</title>
		<link>http://www.novacia.com.br/blog/2009/01/tenham-paciencia-mulheres/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 17:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Teca Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Aurélio de Oliveira 

Muito se fala sobre a TPM da mulher, mas pouco se fala sobre a TPM do homem. A TPM feminina é uma síndrome que ocorre, em maior ou menor grau, durante o espaço de tempo que antecede à menstruação e a do homem pode ocorrer a qualquer momento dentro desse período. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Aurélio de Oliveira</em></strong> </p>
<p><a href="http://www.novacia.com.br/blog/wp-content/uploads/garota_tpm.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-1116" title="garota_tpm" src="http://www.novacia.com.br/blog/wp-content/uploads/garota_tpm-251x300.gif" alt="" width="251" height="300" /></a></p>
<p>Muito se fala sobre a TPM da mulher, mas pouco se fala sobre a TPM do homem. A TPM feminina é uma síndrome que ocorre, em maior ou menor grau, durante o espaço de tempo que antecede à menstruação e a do homem pode ocorrer a qualquer momento dentro desse período. A TPM na mulher se caracteriza por aumentos significativos nos graus de irritabilidade e ansiedade, gerando dores nas mamas, cefaléia e assassinatos! A do homem não dá tempo de se caracterizar&#8230; só ficar esperando a Polícia Técnica para a averiguações e fotografar o cadáver. <span id="more-1115"></span></p>
<p>Homem que tem TPM normalmente é um marido, noivo ou namorado que tem uma mulher com TPM. Quero dizer, se a TPM feminina é genética a masculina é adquirida&#8230; e já ocorre nos primeiros dias de relacionamento quando, por exemplo, você se atrasa para aquele encontro na porta do metrô; ou naquela olhada que você deu para o lado e jura que estava apenas tentando adivinhar a raça do cachorro que aquela loira de calça branca justa e uma pintinha no pescoço vinha trazendo numa coleira. Pronto! A partir daí sua vida começa a virar um inferno! Sem nenhuma intenção de trocadilho, claro, porque mulher com TPM é o capeta! Nessas horas, o homem pode aliviar essa TPM com uma caixa de bombons Godiva, ou um convite para jantar no Terraço Itália ou, até mesmo, com uma pistola automática, cano longo e mira telescópica. Mostre-me uma mulher calma, feliz e sem sintomas de TPM eu lhe mostrarei um homem em paz. Ainda que com a carteira um pouco mais vazia ou fazendo joguinho da velha numa cela de prisão!</p>
<p>Algumas mulheres não têm uma TPM&#8230; têm umas TrêsPM e só não são infernais porque provavelmente o diabo não aguentaria o tranco! Mas elas administram bem a instabilidade do humor passando roupa. Nessas ocasiões elas adoram passar as camisas&#8230; com o marido dentro, claro! Graças a Deus há mulheres que não sabem passar roupa mas, em compensação, têm um faqueiro e a língua afiadíssimos! Sem falar na pontaria com a frigideira, que é infalível!</p>
<p>Mas a TPM, convenhamos, é uma espécie de mal necessário&#8230; assim como o apêndice e o pomo de Adão. Sem dúvida, é o melhor termômetro para se medir a temperatura de uma relação e com ela inferir o quanto esse casal se ama. Um amor que sobrevive a crises de TPM é um amor grandioso, arrebatador e, certamente, passará incólume por problemas corriqueiros como camisas com marca de batom e feijão salgado demais. Quando triunfa a TPM não triunfará o amor que, provavelmente, já não existia no início da relação ou se existia não era forte o suficiente e, na primeira crise, foi nocauteado. Quer melhor parâmetro para se medir o tamanho do amor entre o casal?</p>
<p>Por isso, meu amigo, eu digo: esse mal não tem cura, mas tem remédio&#8230; desde que seu amor por ela seja maior do que sua paciência. Se por uma distração qualquer você se queixar da comida durante uma crise de TPM e notar que ela se levantou da mesa e caminhou em direção do faqueiro, esqueça sua própria TPM e enfrente a fera com aquele convite para jantar no Terraço Itália. Se não for o caso e a pistola automática estiver longe do seu alcance saia correndo imediatamente&#8230; e seja o que Deus quiser!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Tradutor&#8221; das novas regras ortográficas</title>
		<link>http://www.novacia.com.br/blog/2009/01/tradutor-das-novas-regras-ortograficas/</link>
		<comments>http://www.novacia.com.br/blog/2009/01/tradutor-das-novas-regras-ortograficas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 22:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Visão]]></category>

		<category><![CDATA[ortografia]]></category>

		<category><![CDATA[tradutor]]></category>

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		<description><![CDATA[
Já comentamos aqui e aqui algumas das novas regras ortográficas da língua portuguesa, mas sabemos que temos um tempo de adaptação às novas regras. Assim, descobrimos um &#8220;tradutor&#8221; que corrige textos de até 500 caracteres para usar on-line. Chama-se Ortografa e ele sinaliza onde devem ser feitas as alterações.
Por exemplo:
&#8220;As conseqüências do anti-semitismo são desastrosas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="margin-top: 3px; margin-bottom: 3px;" src="http://wordandimage.files.wordpress.com/2007/09/logo-alphabet.jpg" alt="" width="402" height="318" /></p>
<p>Já comentamos <a title="postnovaregra01" href="http://www.novacia.com.br/blog/2009/01/nova-ortografia-passa-a-valer/" target="_blank">aqui</a> e <a title="postnovaregra02" href="http://www.novacia.com.br/blog/2009/01/algumas-regras-de-acentuacao-mudaram/" target="_blank">aqui</a> algumas das novas regras ortográficas da língua portuguesa, mas sabemos que temos um tempo de adaptação às novas regras. Assim, descobrimos um &#8220;tradutor&#8221; que corrige textos de até 500 caracteres para usar on-line. Chama-se <a title="ortografa" href="http://ramonpage.com/ortografa/" target="_blank">Ortografa</a> e ele sinaliza onde devem ser feitas as alterações.</p>
<p>Por exemplo:<br />
<span style="color: #ff0000;">&#8220;As conseqüências do anti-semitismo são desastrosas, uma infeliz idéia&#8221;.</span><br />
Resposta do site:<br />
<span style="color: #0000ff;">&#8220;As consequencias do antissemitismo são desastrosas, uma infeliz ideia&#8221;.</span></p>
<p>Ainda na onda dos tradutores, aproveite pra rir um pouco com o <a title="blahblafish" href="http://www.blahblahfish.com/pt" target="_blank">BlahblahFish</a>, uma ferramenta online que traduz do portugês para outras línguas e depois novamente para o português, apresentando o texto final com o que foi ganhado ou perdido no meio do processo. Uma piadinha com todos os mirabolantes tradutores automáticos e suas gafes certeiras!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A história da internet</title>
		<link>http://www.novacia.com.br/blog/2009/01/a-historia-da-internet/</link>
		<comments>http://www.novacia.com.br/blog/2009/01/a-historia-da-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 19:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Visão]]></category>

		<category><![CDATA[comunicação]]></category>

		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1997 criei minha primeira conta de e-mail. Pra mim a internet começou ali. Pra quem nasceu a partir de 1990, a internet sempre existiu e computador só serve pra alguma coisa se estiver conectado. Descubra a verdade e entenda a história da internet neste vídeo esclarecedor!

Totalmente em inglês e sem legenda.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1997 criei minha primeira conta de e-mail. Pra mim a internet começou ali. Pra quem nasceu a partir de 1990, a internet sempre existiu e computador só serve pra alguma coisa se estiver conectado. Descubra a verdade e entenda a história da internet neste vídeo esclarecedor!</p>
<p><!-- Smart Youtube --><span class="youtube"><object type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" data="http://www.youtube.com/v/9hIQjrMHTv4&amp;rel=1&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=&amp;fs=1&amp;autoplay="><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9hIQjrMHTv4&amp;rel=1&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=&amp;fs=1&amp;autoplay="></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="wmode" value="transparent" /></object></span></p>
<p>Totalmente em inglês e sem legenda.</p>
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		<title>São Paulo&#8230; Feliz Cidade!</title>
		<link>http://www.novacia.com.br/blog/2009/01/sao-paulo-feliz-cidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 17:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovana</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Visão]]></category>

		<category><![CDATA[aniversário]]></category>

		<category><![CDATA[cidade]]></category>

		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Aurélio Oliveira
O título é provocante! Muitos não concordarão, outros apoiarão. Sei lá! Eu tenho um conceito bastante particular de felicidade. Acho que uma das características principais da felicidade é a vida bem vivida, completa, com experiências suficientes para se contar histórias. Sejam elas boas ou más, tristes ou alegres enfim&#8230; histórias vividas! Nossa São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2287/2453669564_aa1a13ca48_b.jpg" alt="" width="491" height="370" /></p>
<p><em><strong>Por Aurélio Oliveira</strong></em></p>
<p>O título é provocante! Muitos não concordarão, outros apoiarão. Sei lá! Eu tenho um conceito bastante particular de felicidade. Acho que uma das características principais da felicidade é a vida bem vivida, completa, com experiências suficientes para se contar histórias. Sejam elas boas ou más, tristes ou alegres enfim&#8230; histórias vividas! Nossa São Paulo é uma cidade feliz porque vive uma tremenda história&#8230; uma não, muitas histórias!</p>
<p><span id="more-1091"></span>Desde Anchieta, Nóbrega e o cacique Tibiriçá, com a Vila de São Paulo de Piratininga, essa cidade foi sendo repartida em povoados, que se transformaram em vilas e bairros cada um com uma história diferente pra contar. Hoje, são pequenas cidades e grandes histórias dentro da metrópoles. Há bairros em São Paulo com uma população superior a de muitos municípios brasileiros. Assim como há muitos paises que não têm nem a metade do número de habitantes que tem São Paulo.</p>
<p>Com todo esse tamanho e com toda essa gente, só pode ser feliz essa cidade que consegue ser um arquipélago cultural! Porque ela envolve, num só abraço gigantesco, a tudo e a todos&#8230; origens, raças, credos, sotaques, violência, tráfego caótico, deseducação urbana e social&#8230; tudo isso e muito mais numa espécie de amálgama humanitário. Todos convivem, não sem queixas, claro, mas também não sem orgulho, em meio aos muitos prós e contras de que é feita São Paulo, onde os prós, quase sempre, ofuscam os contras.</p>
<p>Por isso que alguma coisa aconteceu no coração do baiano Veloso quando, pela primeira vez, cruzou a Ipiranga com a São João&#8230; era felicidade, mas ele não entendeu. Não entendeu a poesia concreta das esquinas paulistanas, principalmente as quatro esquinas do cruzamento por ele eternizado. Também não percebeu as paulistanas que, cá pra nós, nunca foram deselegantes! Ok, meu bom baiano, eu sei&#8230; foi um difícil começo como é pra qualquer um que chega e tem de encarar essa cidade frente a frente. A letra da sua música também foi muito difícil no começo e até hoje, quando encarada frente a frente, muita gente fica meio que boiando com aquele negócio de “deuses da chuva”, “oficinas de florestas” e “áfricas utópicas”.</p>
<p>Muito diferente de Narciso que acha feio o que não é espelho, o paulistano adora o que não é compreensível. Por isso ama a sua música, ainda que não entenda direito essas belas imagens tão bem costuradas e que sugerem leituras diferentes. Bem apropriadas para uma cidade que também tem as mais variadas interpretações! Uma cidade onde o Brasil e o mundo inteiro, incluindo gregos, troianos e baianos, pode curtir numa boa.</p>
<p>Assim, na juventude de seus 455 anos, eu acho que São Paulo é uma menina elegante, de poesia concreta&#8230; um sonho feliz de cidade, que todos aprendem a chamar de realidade. Porque, como já cantou outro músico chamado Billy Blanco&#8230; São Paulo que amanhece trabalhando&#8230; São Paulo que não sabe adormecer&#8230; São Paulo é uma cidade com os pés no chão e não na areia. Areia só aos fins de semana ou feriados prolongados!</p>
<p>E olhe lá&#8230;</p>
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